Vida de escritora

Por muitos e muitos anos, escritora foi apenas um título que usei depois de muitos outros. Porque, por muitos e muitos anos, duvidei da minha capacidade de ser escritora como profissional.

Porém, 2018 mudou isso. Um conto meu foi escolhido para figurar em uma coleção de melhores contos da FC brasileira. Um outro conto parou nas páginas de revista de grande tiragem e circulação nacional. E o Atlas foi contratado por uma editora sensacional.

E três eventos/fatos consolidaram isso: o seminário de que participei na BN, que encerramos com uma fala linda de Robert Darnton, o retiro de escritoras que fiz com uma turma maravilhosa e a consulta médica das meninas. (sobre os dois primeiros, posto em breve. Sobre Mina, falei aqui).

Eu quero e vou ser escritora, mais do que as outras muitas coisas que faço profissionalmente – e mesmo elas serão um apoio, para me manter preparada e disposta. Quero ganhar dinheiro com a escrita a ponto de pagar uma ou duas contas por mês com ela. Vou me dedicar mais, colocar ebooks na Amazon, escrever mais, colocar textos online, voltar a blogar. organizar antologias. Ser uma escritora vai me permitir passar mais tempo com a Mina, me dedicar mais a ela e a irmã, ser mais mãe.

Muita gente me apoia, de muitas maneiras. Sou imensamente grata a todos. Esse site vai ser cada vez mais ativo, e espero que vocês me cobrem isso, me peçam mais textos, mais resenhas, mais novidades.

Juntos, vamos conseguir!

(E se quiser apoiar mais diretamente, veja como aqui)